Chegou a hora de fazer o projeto de iluminação do apartamento novo e o momento é crucial para uma importante escolha: o tipo de iluminação. Com tantas opções no mercado, é possível fazer projetos arrojados com sustentabilidade, eficiência e economia, usando as chamadas lâmpadas LED, no inglês Light Emitting Diode, ou Diodo Emissor de Luz. Essa modalidade proporciona até 80% de economia de energia em comparação com as soluções de iluminação tradicionais e requerem o mínimo de manutenção devido à vida útil extremamente longa e muito superior as suas equivalentes, incandescentes ou fluorescentes.

De acordo com a arquiteta Carolina Coutinho, da Cosi Arquitetura, além de possuírem garantia de desempenho de iluminação excelente e confiável, devido à tecnologia empregada ser mais moderna, os custos de manutenção das lâmpadas de LED são reduzidos. “Embora o investimento inicial seja mais elevado, tendo em vista que essas lâmpadas têm valor mais elevado em relação às demais, a longa vida útil compensa o gasto inicial, pois a manutenção é bem menor, o que representa menores custos”, afirma Carolina. Considera-se como vida útil uma manutenção mínima de luz igual a 70%, após 50.000 horas de uso.

Do ponto de vista técnico, outro benefício é a baixa voltagem de operação, o que não representa perigo para o instalador. As lâmpadas de LED são também mais resistentes a impactos e vibrações, pois usa tecnologia de estado sólido, portanto, sem filamentos e vidros, aumentando sua robustez.

Já em relação ao controle da cor, as LED têm o benefício de obter um espectro variado de cores, incluindo diversas tonalidades de branco e permitindo um ajuste perfeito da temperatura, pois esse tipo de iluminação não esquenta o ambiente e é mais econômica, além de deixar os espaços com a cor desejada. Esse benefício é muito válido para ambientes como quartos de casal ou de bebês, especialmente.

LED SÃO MAIS SUSTENTÁVEIS

As lâmpadas de LED ainda saem na frente porque são ecologicamente corretas. Pelo fato das lâmpadas de LED terem uma vida útil maior, há economia do material de produção de até 25 lâmpadas incandescentes. As LED também não utilizam mercúrio ou qualquer outro elemento que cause dano à natureza, portanto não são tóxicas e 98% dos seus componentes são recicláveis.

Elas também não emitem radiação ultravioleta, sendo ideais para aplicações onde este tipo de radiação é indesejada, a exemplo de ambientes com quadros, obras de arte, entre outros. Também não emitem radiação infravermelho, fazendo com que o feixe luminoso seja frio.

Ao contrário das lâmpadas fluorescentes que têm um maior desgaste da sua vida útil no momento em que são ligadas, nos LEDs é possível o acendimento e apagamento rapidamente possibilitando o efeito “flash”, sem detrimento da vida útil.

Têm também facilidade de descarte, pois como não possuem vidro, filamentos metálicos, mercúrio ou outras substâncias tóxicas em sua composição, não necessitam de tratamentos especiais na fabricação e descarte. O alumínio e o aço utilizados em sua estrutura podem ser reciclados, o que gera ganhos enormes para o meio ambiente.