Compartilhamento, tecnologia e sustentabilidade são algumas das tendências que estarão presentes nas moradias do futuro. Acredita-se que as residências nas próximas décadas tendem a ser mais compactas, alugadas, sustentáveis e com áreas de serviço integradas. Isso porque a chegada das novas gerações está transformando o consumo no mundo e faz com que o mercado se reinvente.

O compartilhamento de espaços, por exemplo, busca por facilidades e comodidades no dia a dia. Com isso, as soluções serão cada vez mais personalizadas, flexíveis e adaptáveis, sem esquecer do conforto. A questão econômica é refletida na busca por espaços menores, baratos e com ambientes híbridos que se adaptam às necessidades de descanso, bem-estar e home office.

Pensando em tecnologia, ainda hoje é possível ter uma casa completamente conectada, mas o investimento é bem alto. Entretanto, a tendência de popularização pode tornar a automatização cada vez mais acessível. Agora, quando o assunto é sustentabilidade, as “moradias do futuro” precisam ser inteligentes e estarem prontas para causar o menor impacto possível ao meio ambiente. Como preocupar-se com estruturas para a coleta e reuso da água da chuva e otimização do uso da iluminação solar.

A novo morar impacta também os ambientes internos das casas. A redução do espaço faz com que seja necessário otimizá-los com o uso de móveis e objetos versáteis, mas também exige que a oferta de facilidades e serviços ao redor seja suficiente para suprir todas as necessidades de uma vida compacta.